Curiosidades

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Se alguma vez se viu nesta situação, não se preocupe!
Siga os conselhos do seu veterinário e alimente-o com Prescription Diet Canine i/d.

A recuperação será muito rápida.

 



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Quatro   Adoção responsável

Está a pensar em adotar um animal de companhia?

Ter um cão ou gato trás felicidade e bem-estar. São bolinhas de pelo, alegres, fofinhas e cheias de vida. Às vezes parecem ter energia infinita, mas ao contrário de um brinquedo não têm botão on e off. São seres vivos, e como tal, para além de horas de puro prazer que nos proporcionam, requerem custos associados, exigem cuidados e atenção ao longo de toda a vida. Adoção é um ato de amor, mas também de muita responsabilidade. Deve ser muito bem planeada e orientada, pois é integrar um novo membro na família. Adoção é para sempre.Talvez deva considerar alguns aspetos relativos ao seu estilo de vida e relaciona-los com o tipo de animal que quer adotar.

A escolha de um animal deve:

1 – Envolver a família

É um assunto de família e todos devem estar de acordo quanto ao novo membro. Pondere sobre alguns pontos como:

Tem filhos, eles têm idade suficiente para assumir determinadas responsabilidades? Partilhar funções ou cuidados? Se ainda não, têm idade para entender que o novo membro não é um brinquedo e devem respeitar seu espaço?

Haverá sempre alguém em permanência em casa, ou a família sai toda de manhã e volta à noite? Um cão não deverá estar mais do que 8h sem ir à rua.

Quais os hábitos referentes às férias? Que implicações, um novo membro, poderá ter em relação às suas férias? As viagens, as acomodações? Poderão viajar com ele? O que fará se o animal ficar em casa? Têm familiares, amigos que se possam responsabilizar, ou um hotel de confiança para animais?

Alguém na família tem alergias que impossibilitam a adoção?

 
2 – Considerar espaço e tempo

Onde vive e que espaço possui?

Quando pensar no seu companheiro, tente imaginar que tipo de animal se adaptará melhor ao espaço onde vive. Por exemplo um gato ou um cão de pequeno porte exigem menos espaço que um cão de grande porte

Considere também os regulamentos do seu condomínio, se aplicável. Alguns não permitem animais. A casa é alugada? O seu senhorio permite animais?

Um cão, por exemplo, necessita de passeios diários. Qual a sua disponibilidade? Já pensou nas escovagens em animais de pelo longo?    

E no tempo para treinar um cachorrinho? Ele necessita de tempo e paciência para aprender e adaptar-se às regras da sua casa! 

Sabia que alguns gatos e cães de raça pequena podem durar até 18 anos ou mais? Irá cuidar dele até ao fim da sua vida?

Se já tem outro animal em casa, há espaço para prevenir uma disputa territorial e terá paciência para fazer a adaptação deles?


3 – Ponderar Custos

Por mais desagradável que possa parecer falar de dinheiro, os custos existem e deve considerar seriamente se a família tem condições de ter um animal.

A adoção não tem um custo inicial mas deve considerar; despesas mensais com alimentação e regulares com cuidados veterinários

A vida do tutor muda. É neste contexto que se fala de adoção responsável, um animal provoca mudanças significativas na vida e na rotina de seu tutor, exigindo cuidados veterinários, responsabilidade, disponibilidade de tempo, paciência, companheirismo, consideração por cada detalhe e cada mania. Uns não gostam de ficar sozinhos em casa, outros fazem cocó e xixi em sítios impróprios, alguns choram durante a noite e há aqueles que ladram cada vez que a campainha toca. Poderá ter que abdicar de longas férias, dedicar alguns minutos por dia para passear no parque, brincar ao “busca”, aceitar lambidas molhadas e cheias de carinho. Apanhar cocó na rua e quem sabe até trocar o sofá, gastar dinheiro com trelas, coleiras, transportadoras, etc. Em troca terá dedicação e amor incondicional que só mesmo os animais são capazes de oferecer.

 

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E agQuanQuando se fala em distrações vindas dos bancos de trás certamente que o seu primeiro pensamento foram as crianças, mas engane-se, porque os animais, mais habitualmente, cães ou gatos, são um ponto de distração mais acentuado do que as crianças.


Um estudo revela que os condutores que conduzem habitualmente com os seus animais, têm o dobro do risco de sofrer acidentes. 
Realizado pela University of Alabama att Birmimgham (UAB), este estudo avalia, pela primeira vez, a presença de animais de estimação no carro como fonte de distração para os condutores. Os resultados mostraram que os condutores que conduzem sempre com o seu animal, têm o dobro da probabilidade de sofrerem acidentes.


Ao adicionar o cão à lista de fatores que o condutor deve estar atento enquanto conduz, aumenta o risco de problemas, uma vez que afasta a atenção dos condutores para algo que não a tarefa de conduzir.
Os autores do estudo defendem que se deve educar a comunidade para este comportamento de risco, bem como, adequada intervenção legal.

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Qual a forma correta de transportar animais no carro?

Por lei os animais não podem ser transportados soltos dentro dos veículos ou próximo as janelas. Devem ser transportados em caixas ou serem utilizados adaptadores para o cinto de segurança de forma segurar os animais de forma confortável, tanto para o condutor como para o próprio animal.


Muitos donos vêm o seu cão ou gato como um membro da família, logo muitos animais viajam de forma incorreta, é, portanto, normal viajarem soltos nos carros, no colo do motorista ou com o focinho na janela, língua de fora feliz da vida.


Mas o que prevê a legislação no caso de transporte de animais dentro do veículo e como podemos transporta-lo de maneira segura?


De acordo com a lei é uma infração grave conduzir o veículo “transportando pessoas, animais ou volume à sua esquerda ou entre os braços e pernas”. E ainda é proibido levar pessoas, animais ou carga nas partes externas do veículo, salvo nos casos devidamente autorizados e o condutor também fica sujeito a infração grave no caso de não cumprir lei.
Transportar o animal solto no veículo é um risco tanto para o animal quanto para os integrantes do veículo. O motorista pode ficar preocupado com o que o animal está a fazer e desvia a atenção do trânsito. O animal pode atrapalhar na condução do veículo e o motorista perder o controlo do carro e sofrer um acidente. Esses eventos podem ferir o animal e causar danos à integridade física tanto do condutor, quanto de outras pessoas que possam estar no veículo. Além disso, o animal pode ir à janela e cair do veículo em movimento, sofrendo ferimentos e podendo provocar acidentes.


Existem três opções para o transporte de cães de pequeno porte: o cinto de segurança, que é um peitoral adaptado para ser preso ao cinto;o adaptador de cinto de segurança, que acopla a coleira do animal ao encaixe do cinto e a cadeirinha de segurança, semelhante àquela das crianças.

As lojas de animais são o melhor local para comprar este tipo de produtos.
Um cão grande, para ser transportado na carroceria do carro deve estar dentro de uma caixa de transporte adequada ao seu tamanho. Soltos na carroceria eles podem ferir-se e também podem pular do carro parado ou movimento e fugir ou provocar acidentes. Prende-lo na corda ou corrente pode provocar traumas no pescoço e até enforcamento.

Existem também, grades de proteção que dividem a bagageira do restante do carro e os animais podem ser levados lá, separados e em segurança.
Já os gatos devem ser transportados dentro da caixa de transporte, pois lá se sentem mais seguros e protegidos, com menor chance de se assustar, de querer se esconder em locais inapropriados ou até ferir alguém.
Outros animais devem sempre ser transportados em suas gaiolas para que estejam protegidos e não corram riscos.

 Quatro  Passos para tornar o seu cão mais saudável – controlo do peso

Como certificar-se de que seu cão atinge o peso ideal e consegue manter um peso saudável pelo resto da vida, porporcionando-lhe uma vida longa e mais saudável:

1. Monitorize o peso de seu cão

A redução de peso pode melhorar a saúde do seu cão, mas isto só se a perda de peso decorrer de forma saudável e controlada. Para ter certeza de que seu cão está a perder peso num ritmo normal, pese seu animal regularmente, use um gráfico de monitorização do peso para acompanhar o progresso de seu cão e avalie o seu índice de condição corporal regularmente.

Dica de Balanças:A maioria dos consultórios veterinários possui uma balança de pesagem disponível para uso gratuito.

2. Inclua atividades saudáveis 

Quando alimenta o seu cão com um alimento de elevada qualidade, como  Hill's Science Plan ou Hill's Prescription Diet, sabe que seu animal está a fazer  uma alimentação saudável. Contudo, o programa de controlo de peso não estará completo sem atividade física em níveis saudáveis. Seja a atividade física uma caminhada no parque ou algo mais energético, como brincar com bolas, certifique-se de que ele se está a exercitar o suficiente para ficar e permanecer saudável.

3. Consulte seu veterinário regularmente

Leve frequentemente seu cão ao veterinário para se certificar de que o programa de controlo de peso está a evoluir bem. O seu veterinário conhece o peso ideal de seu animal, e pode esclarecê-lo sobre qual a  velocidade com que deve perder peso e qual o melhor alimento para cada etapa do programa.

4. Mantenha o peso ideal por toda a vida 

O programa de controlo de peso de seu cão não deve ser temporário. Uma vez atingido o peso ideal ajuste o programa para garantir a manutenção do peso,  incluindo exercícios regulares e nutrição adequada.Com saber se o meu cão pode ganhar ou perder peso mais facilmente do que outros? Fatores como a raça, a idade, o tipo de alimento selecionado e o estado clínico do animal, entre outros, podem determinar a velocidade com que o se cão ganha peso e o tipo de nutrição necessária para ajudar no controlo do peso.

Se não sabe o peso ideal do seu cão e gostaria de saber se a sua condição corporal é a ideal então  consulte seu veterinário.

 



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E agora,  Um aviso a todos que tem animais de companhia com excesso de peso: cuidado com as guloseimas!

Não podemos negar que todos nós gostamos de dar doces para recompensá-los quando se portam bem, ou simplesmente porque gostamos de vê-los deliciarem-se com  algo que gostam.

Mas tenha em mente que algumas guloseimas podem ter muito mais calorias do que imagina. Por exemplo, sabia que para um cão de 10kg uma bolacha equivale em calorias a um hambúrger ou a uma barra de chocolate para uma pessoa adulta? Ou que as calorias de um copo de leite para um gato de 5 kg é o mesmo que 5 tabletes de chocolate para um adulto?

 



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E agora,    Ficam aqui algumas dicas que poderão ser úteis na altura das refeições do seu gato:

De uma forma geral os gatos não gostam dos alimentos secos humedecidos, preferem ou alimentos secos ou húmidos (latas e saquetas);     

Os gatos apreciam que lhes seja proprocionado um ambiente tranquilo  para comer, longe da sua caixa de areia e das máquinas de lavar roupa e loiça;   

Como podem criar fixações, deverá habituá-los a diferentes sabores e texturas desde gatinhos. Mas fazendo sempre uma introdução gradual dos novos alimentos.       

Armazenar o alimento seco adequadamente – fechar bem a embalagem para conservar a sua frescura e consumi-lo  6-8 semanas após a sua abertura;   

Conservar  as latas abertas no frigorífico – ainda assim deverão ser consumidas dentro de 3 dias. Poderá juntar água à parte que resta na lata e tapar para evitar a desidratação do alimento.    

 Evitar deixar alimentos húmidos no comedouro – à temperatura ambiente rancificam com rapidez e podem atrair moscas.



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Quem é o dono da sua cama?

Será que é o seu gato?

A personalidade de seu gato é, possivelmente, o fator mais importante para saber se o seu relacionamento na hora de dormir funcionará. Alguns gatos são bastante tranquilos e dormem em qualquer lugar, sem colocar muitos problemas. No entanto, outros são mais exigentes e só quero dormir numa cama grande e fofa como a do seu quarto. Nestes casos, se se portar bem, o seu gato partilhará a cama consigo.  

Se o seu gato é generoso, provavelmente descobrirá que partilhar a cama com ele é uma boa experiência que lhe proporcionará uma agradável sensação de companhia. Se, no entanto, o seu gato for mais dominador, dos que acabam por ficar  com a colcha e ocupam toda a cama será mais difícel recuperar este espaço perdido. 

O primeiro passo para lidar com este tipo de gato é tirá-lo da cama e proporcionar-lhe um espaço específico e confortável para dormir. Se isso não ajudar, tente deixá-lo na sua própria cama,fora do quarto e fecha a porta. Provavelmente terá que ouvir o seu miar infeliz atrás da porta, por isso prepare-se para o ignorar. Se não o ignorar e ceder, o seu gato aprenderá rapidamente que arranhando a porta e choramingando pode obter o que deseja.

Aqueles sem gatos dominantes na cama, podem ter companheiros felinos que funcionam como os relógios despertadores impossíveis de apagar. Os gatos são animais do crepúsculo, o que significa que gostam de se levantar de madrugada, umas horas antes do nosso horário habitual.

Muitas vezes, são mesmo nestas horas que eles querem jogar (ou seja "caçar"), portanto, qualquer dedo do pé ou da mão colcha a descoberto podem acabar por se converter rapidamente na sua "presa". Se o seu gato se torna um caçador ativo enquanto você dorme, certifique-se que tem sempre brinquedos perto, se possível brinquedos sem guizos!

Além disso, deve também certificar-se de seu gato se habitua a respeitar seus horários matinais. Quando se levantar, tente não ceder aos seus desejos: dê-lhe de comer e binque com ele somente quando você passou um tempo depois de se levantar. Se você lhe der a entender que conseguirá tudo o que quer, é provável que continue a quer  acordá-lo às 4 da manhã. Quando o seu gato perceber que só lhe dará o que ele quer quando se levanta, então aprenderá a deixá-lo  dormir.

Para se certificar de que está mais cansado quando vai dormir, passe algum tempo a brincar com ele  antes de dormir. Se fizer algum exercício, quererá dormir mais e vai deixá-lo-á dormir mais também.


 

 

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Loucura pela erva gateira

A erva gateira 

 A erva gateira fascina os gatos e os amantes de gatos. Existem cerca de 250 espécies diferentes de Nepeta cataria, nome comum da erva gateira. Pode encontrá-la em brinquedos de gato e pode ser comprado ou plantado para crescer no jardim. Há ainda variedades com odor a limão. Algumas pessoas utilizam-na para animar o seu gato para usar certos brinquedos, especialmente os postes arranhadores.

Desencadear uma reação

Nem todos os gatos respondem à erva gateira - acredita-se ser uma reação intrínseca que depende da estrutura genética de cada gato em particular. Aproximadamente 80% dos gatos no Reino Unido reagem à erva gateira enquanto na Austrália, a maioria dos gatos não reagem, porque todos descendem de um pequeno grupo de gatos que geneticamente não reagem a esta erva. Também tem sido observado que os gatinhos não só respondem à erva até à idade de 6-8 semanas, mas que este comportamento está completamente desenvolvido às 12 semanas.

Loucura felina

Gatos que reagem à erva gateira normalmente exibem um comportamento eufórico, robolando no chão, ronronando, miando, lambendo, pulando e até salivando. Esta reacção intensa dura apenas alguns minutos, e este comportamento normalmente só se repete 1-2 horas mais tarde. A exposição repetida tende a reduzir a possibilidade de um gato reagir portanto não há o risco de desenvolver um comportamento viciante. Alguns especialistas têm recomendado aos donos de gatos oferecem aos seus gatos apenas duas vezes por semana, se quiser que o seu gato continue a desfrutar da experiência.

Faz milagres?

Os gatos não costumam comer a erva, mas por vezes mastigam as folhas ou pressionam-nas contra o palato. Essa ação liberta os óleos que contêm o ingrediente ativo, chamado nepetalactone. Acredita-se que é através do odor da nepetalactone que este ingrediente exerce a sua ação e tende a degradar-se ao longo do tempo. Por esta razão, recomendamos que o armazene no frigorífico até ao momento de usá-lo. 

Cultivar erva gateira

Não é raro ver gatos mastigar erva no exterior, uma experiência que os gatos de casa muitas vezes são privados. Embora se pense que a erva gateira não aporta nenhum valor nutritivo, ou necessidade essencial, há uma crença de que os gatos de alguma forma, se divertem a comê-la. Oferecer erva também pode ajudar a prevenir que os gatos mastiguem as plantas de interior, muitas das quais tóxicas. Pode comprar as sementes de espécies úteis de erva e cultivar em casa. Sugerimos que opte por variedades mais suaves, tais como o trigo ou aveia, uma vez que são menos susceptíveis de danificar ou aderir à lingua. O melhor é semear as sementes a cada poucas semanas porque aparentemente os gatos gostam mais dos rebentos jovens que crescem rapidamente. Quando a erva tiver uma altura de 8-10 cm, coloque-o perto das tijelas de alimento e água , para que o seu gato tenh acesso facilitado. Alguns gatos podem expelir bolas de pêlo que contêm erva, mas não se preocupe, na verdade, algumas pessoas acreditam que a erva pode ser útil para evitar a obstrução e bloqueios causados pelas bolas de pelo.

 

 


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Ansiedade de Separação do Seu Cão

O seu amor e afecto são as principais fontes de felicidade para o seu cão. Esta relação especial que partilham é uma forte ligação que mantém a vida de seu cão presa à sua. Por esta razão, a ansiedade de separação pode se tornar um problema sério para muitos donos. Por vezes, os animais de companhia simplesmente não suportam estar longe de seus donos e demonstram-no claramente, manifestando tristeza e até mesmo comportamentos destrutivos. Quebras de rotina, como voltar ao trabalho após um período de férias, podem aumentar a predisposição para a ansiedade de separação. Ajudar o seu cão a lidar com este problema pode fazer uma significativa diferença na qualidade de vida.

Dê muita atenção ao seu cão para o ajudar a compensar a sua ausência quando a agenda apertar ou a sua disponibilidade de tempo for menor.

Certifique-se que seu cão tem bastantes estímulos físicos e mentais para ajudar a limitar a frustração e manter o equilíbrio emocional. A atividade física pode realmente ajudar cães que sofrem de ansiedade de separação.

Reserve um tempo para brincadeiras. Faça um esforço extra para manter o compromisso que tem com as necessidades de seu cão ainda que sua agenda esteja apertada. Se não puder fazê-lo sozinho, peça ajuda a um amigo ou alguém de sua família.

Não subestime o poder de uma pequena atenção ou da atividade física. Estes estímulo fazemo  seu cão gastar energia em excesso e ajudar a mantê-lo calmo e tranquilo. Se não estiver a conseguir  lidar com um caso grave de ansiedade de separação, consulte o seu veterinário.

 


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Caçar ratos

Os gatos gostam de caçar ratos. E como caçadores naturais, fazem-no muito bem.

Os gatos domésticos não caçam porque tenham fome, estão muito bem alimentados para fazê-lo! Na verdade fazem-no seguindo o seu instinto natural. Este comportamento não deve causar problemas, mas impedir o seu gato de perturbar a vida selvagem do jardim. Uma coleira com um guizo para avisar aves inocentes, dá-lhes a possibilidade de voar para longe do gato antes de chegarem muito perto.

Presentes indesejados

Por vezes, o seu gato pode deixar  na sua porta um rato ou por vezes até algo maior, como um presente. Os especialistas em comportamento não estão inteiramente certos  porque é que os gatos deixam a presa morta a seus donos, mas acreditam que pode ser por uma de duas razões:

Como um sinal de afeto para o dono. Ao fim ao cabo, gostarm de perseguir, matar e brincar com ratos mortos, porque é que você não deveria gostar?

Como resultado dos seus instintos maternais. As gatas ensinam os seus filhotes a caçar trazendo-lhes animais mortos ou feridos para "praticar".

Então, talvez o seu gato esteja realmente  a tentar ensiná-lo a caçar! A forma como os gatos caçam também pode ser um fator. Eles gostam esgotar as suas presas, perseguindo-as até à exautão. E, geralmente, preferem fazê-lo no seu território.


Prevenção

A única forma eficaz de evitar o seu gato de caçar é tê-lo em casa. Naturalmente, isto nem sempre é prático, especialmente se o gato está habituado a estar fora.Poderia tentar estimulá-lo brincando com ele em casa. As atividades que simulam a caça, como perseguir brinquedos ou brincar com outros gatos, podem dar o seu gato a "dose" que precisa para evitar a caça. Lembre-se de retirar  imediatamente tudo o que foi caçado. Se não tirar os seus troféus, o gato vai pensar que é normal e continuará a trazê-los para casa. Um par de luvas de borracha podem ser úteis para este tipo de trabalho!


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Quando o hábito de morder se torna destrutivo!

Os cães usam a boca de uma forma muito semelhante à forma como usamos as nossas mãos - como ferramentas para explorar. Isto significa examinar tudo o que parece interessante mordiscando e roendo. No entanto, nalguns cães este hábito de morder pode tornar-se destrutivo e representar um problema.


Porque mordem?

 A maioria dos cachorros mordiscam quando estão a nascer os dentes. Uma Quando ficam mais velhos, podem roer algum brinquedo com o qual joga, por aborrecimento ou mero instinto de morder. A mordidela pode ser o resultado de um cão, num ambiente desconhecido para ele, e que sofre de ansiedade de separação.Determinar a causa pela qual o cão morde é crucial para acabar com este comportamento. Se o seu cão morde uma grande variedade de objetos, independentemente de estar sozinho em casa ou não, provavelmente, fá-lo por tédio. Talvez o seu cão precisa de mais jogos, exercício e atividade física para consumir parte da energia que lhe resta. Fornecer-lhe brinquedos apropriados para morder também ajudar o seu cão a parar com este hábito destrutivo.


Problemas de dentição

Se seu cão está a mudar de dentição, terá que esperar até que ela passe. Sempre que possível, tente redirecionar as mordiscadelas do seu cachorro para objetos apropriados. Pode oferecer-lhe algumas guloseimas geladas ou colocar alguns binquedos no congelador  antes de lhe dar. Assim proporciona-lhe um brinquedo apropriado, mas também ajuda a acalmar as gengivas. Alguns cães continuam com este comportamento como resultado da ansiedade de separação.Podem morder ou tentar partir coisas com as pernas numa tentativa de escapar da área onde forma deixados. Também podem morder objetos inadequados como reação nervosa à ausência do dono. Esta razão para morder é provavelmente a mais difícil de tratar, pois isso acontece quandoo dono não está presente e o que realmente necessita é de um  tratamento para a ansiedade. Os especialistas em comportamento utilizam  a socialização, a dessensibilização e diversas técnicas de modificação de comportamento para tratar a ansiedade de separação.


O tempo é tudo

A única oportunidade que tem para efetivamente ensinar o seu cão a não morder é quando o apanha  em flagrante. Se encontrar um sapato mordido 1 hora após o seu cão o ter feito, ele não será capaz de associar a punição com o ato de morder. Ele pode parecer "culpado" quando lhe mostrar o sapato, mas é apenas um comportamento submisso. Quando encontrar o seu cão a morder, faça-o parar com um comando verbal ou um ruído alto. Quando parar de morder, pode dar-lhe o seu brinquedo adequado para o efeito.Quando este comportamento se dirigir para o brinquedo, elogio-o. O primeiro passo é escolher o brinquedo certo para morder. Nunca lhe dê qualquer coisa que se pareça com algo que não quer que ele morda. Se lhe der uns sapatos ou rpoua velha ele não será capaz de diferenciar entre estas e as roupas/sapatos que não deve morder. Existem produtos que podem ser aplicados aos objetos de casa para desincentivar que sejam mordidos. Estes produtos de sabor ou odor desagradável são  inofensivos. De qualquer forma, deverá sempre consultar o seu veterinário para dicas e conselhos práticos.

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Caixas de areão -  o que há a saber

A World’s Best Cat Litter aconselha:

Coloque a caixa do seu gatinho longe da sua cama e do seu alimento, num lugar onde tenha um pouco de privacidade.

Mude regularmente o areão, os gatinhos são muito exigentes e não vão querer usá-lo se estiver sujo. Alguns desinfetantes como lixívia são tóxicos para os gatos, por isso o melhor é usar água quente e detergente. Se está grávida, é melhor ser outra pessoa a ser responsável por esta função, mas também pode usar luvas de borracha e lavar bem as mãos a seguir. Assim reduzirá o risco de toxoplasmose, uma doença muito rara, mas que pode causar problemas graves no seu bébé .

Acidentes

Até o seu gatinho estar familiarizado podem ocorrer acidentes. Por isso não deve castigá-lo.

Elogie-o quando utilizar a caixa podendo mesmo recompensá-lo. Verá muito em breve que estes “acidentes” irão diminuir.

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Sabe qual o nutriente mais importante para os cães e gatos?

A ÁGUA será a resposta correcta! 

A água é indispensável para a vida, os animais podem perder quase todo o seu conteúdo em gordura, metade do seu conteúdo em proteínas e mesmo assim sobreviver, mas a perda de 15% de água corporal compromete a sua sobrevivência. 

Tal como no caso do homem, a água corresponde a cerca de 70% da composição corporal dos nossos animais de companhia. A quantidade de água que um animal deveria consumir diariamente equivale aproximadamente à sua ingestão diária em kcal.

Isto significa que um cão ou gato saudável necessita aproximadamente 50 ml/kg de peso corporal/dia. Por exemplo: aproximadamente 200 ml de água por dia para um gato de 4kg.

E como podemos incentivar os nossos animais de companhia a ingerir a quantidade adequada de água? 

Uma forma fácil será incluir alimentos húmidos, como latas e saquetas, na sua alimentação diária. No caso dos alimentos Hill´s, os alimentos húmidos têm exactamente o mesmo valor nutricional que os alimentos secos correspondentes.

Para os gatos uma alimentação húmida é ainda mais importante que nos cães já que ajuda a promover uma urina menos concentrada e, consequentemente, a reduzir a possibilidade de se desenvolverem problemas urinários como cristais, cálculos ou inflamações da bexiga.

 

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SERÁ VERDADE OU MITO?

Sem bigodes, um gato perde o equilíbrio?

É difícil imaginar como é que este mito se criou!

Os bigodes dos gatos são “ferramentas especializadas” que têm muitas funções importantes como orientação, evitar lesões durante a caça e interacção social mas manter o equilíbrio não é uma delas.

A forma como um gato posiciona os seus bigodes também pode indicar o seu estado emocional.Faça o que fizer, não corte ou puxe os seus bigodes. As suas raízes na pele são profundas e as terminações nervosas são abundantes.

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É normal uma cachorra/cadela simular a cópula noutros animais ou mesmo nas pernas dos donos?

 
Os donos de cães machos já passaram por essa experiência embaraçosa e desagradável, na própria perna, ou nas pernas das visitas, o que é ainda pior. O ato de simular a cópula na perna do dono, ou com objectos e brinquedos é mais comum nas raças pequenas e não tem necessariamente uma conexão sexual. Nas cadelas não é tão comum como nos machos, mas, pode acontecer naturalmente. Os cães não têm um repertório de comportamentos muito extensos, e a simulação da cópula acaba por ter outros significados. Brincadeira, sexo ou dominância.

Nos animais jovens a simulação da cópula durante as brincadeiras serve como uma forma de "treino" para o futuro. Este comportamento é também uma forma de expressar dominância. Um cão “monta” outro para reforçar sua posição superior na hierarquia do relacionamento. O cão que fica por baixo pode não aceitar a submissão e iniciar uma disputa. As mesmas razões são válidas quando o alvo do comportamento é o dono ou outra pessoa.  Um cão dominante é um problema muito sério, e pode resultar numa realação de agressividade contra o dono, por isso não devemos permitir que o cachorro/cadela “monte”. 

Nem sempre é fácil interpretar a causa deste comportamento, no entanto quando os movimentos de “cópula” estão muito presentes é provável que a origem seja sexual. Para acabar com esta atitude o melhor é ponderar a esterilização/castração, resolvendo 80% dos casos. Se, por outro lado, se a origem for por dominância, o cão deverá ser educado o quanto antes para que o dono aprenda a ter controle sobre ele e mostrar que quem é o superior na hierarquia da família. Poderá desincentivar este comportamento ultilizando um borrifador de água cada vez que o cachorro/cadela se aproximar da perna do dono, ou mudar o objecto que geralmente é alvo desta acção. Estas acções têm mais sucesso quando o cão ainda é jovem e estiver na adolescência (a partir dos 6 meses de idade até 1 ano em cães de raça pequena). 

Quando este comportamento ocorre entre cães adultos, também se deve investigar a presença de uma causa patológica. O odor do sangue ou pus pode estimular a monta, assim como tumores estrogênicos, secretores de hormonas femininas podem estimular uma resposta sexual.

 Lembre-se que cães não tem libido como o ser humano e não sentem falta de “sexo”, ou de “cruzar” pelo menos uma vez na vida. Não tente interpretar as ações de seu cão humanizando-o. Ele é parte da família, mas ainda é um cão.

 

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 O que nos diz a cauda do gato

A cauda do gato pode indicar o que lhe vai na cabeça e ajuda a revelar o estado emocional do seu felino. Se se dedicar alguns instantes a observar o comportamento do seu gato, poderá conhecer melhor o seu animal de companhia observando a sua cauda.

Posição: erguida. Se um gato mantém a cauda erguida enquanto se desloca no seu território, é uma manifestação de autoconfiança e satisfação. Uma cauda reta e erguida sinaliza felicidade e uma intenção amigável. Se notar uma pequena contracção na ponta de uma cauda erguida, pode significar um momento particularmente feliz. 

Posição: erguida e curvada como um ponto de interrogação. Considere fazer uma pausa nas suas atividades diárias se reparar que a cauda de seu gato adota esta posição. Esta postura muitas vezes mostra uma atitude brincalhona e, quando o gato está assim, ele está pronto para a brincadeira, aproveite!

Posição: caída. Cuidado. Uma cauda baixa pode indicar agressão eminente e denota uma disposição muito séria. No entanto, os gatos de algumas raças, como os Persas, tendem a manter suas caudas baixas sem qualquer motivo. 

Posição: recolhida. Uma cauda curvada sob o corpo sinaliza medo ou submissão. Tente identificar o que está a deixar o seu gato nervoso. 

Posição: erguida e eriçada. Uma cauda elevada com aspecto de escovilhão mostra um gato extremamente agitado e assustado, a intenção é parecer maior do que realmente é para afastar os “inimigos”. 

Posição: chicotadas com a cauda. Uma cauda que se mexe rapidamente de um lado para o outro indica medo ou agressividade. Considere-o como um aviso para ficar distante. 

Posição: abanar de cauda . Uma cauda que se move lentamente de um lado para o outro geralmente significa que seu gato está concentrado num objeto. Poderá observar esta postura segundos antes dele saltar para um brinquedo ou para um croquete da ração que tenha caído fora do comedouro. 

Posição: enroscada a outro gato. Uma cauda que envolve outro gato equivale a uma pessoa abraçar outra. Esta postura é sinónimo de afeição e amizade.

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SERÁ VERDADE OU MITO?

As mulheres grávidas devem evitar os gatos para evitar a toxoplasmose?

Mito!

 
As grávidas podem interagir com os gatos, é a caixa de areia que deve ser evitada. 

A toxoplasmose pode ser transmitida por alimentos contaminados crus (ex. saladas) ou mal cozinhados,  mas também pelas fezes do gato. Por isso durante a gravidez a mulher deve ter o cuidado de comer saladas bem lavadas e carne bem cozinhada.

Em relação aos gatos, as mulheres grávidas não precisam de banir os gatos de suas casas, mas sim evitar o contacto com a caixa de areia. 

Portanto, sinta-se livre para desfrutar maternidade com seu gato enquanto espera pelo seu bebé.

 E felicidades!!!

 

 

 

 

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SERÁ VERDADE OU MITO?

“Os gatos devem ser alimentados apenas com alimentos secos e nunca com latas ou saquetas.”

Mito!

O gato é um animal originário do deserto africano que se alimentava fundamentalmente à base de pequenos roedores ou pássaros. Sendo estas presas constituídas por cerca de 70% de água, o gato não necessitava de beber, apenas de comer. 

Atualmente, e por o gato não ter o “instinto de beber”, é aconselhável que não seja alimentado apenas com alimentos secos, já que poderá provocar uma concentração excessiva da urina o que aumenta o risco de problemas do trato urinário como a formação de cristais e cálculos urinários. 

Desta forma, latas e saquetas de elevada qualidade são uma forma segura, prática e eficaz de fazer o seu gato ingerir uma maior quantidade de água.

No caso da Hill´s, têm exatamente  o mesmo valor nutricional que os alimentos secos correspondentes.

 

 

 

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Sabe porque miam os gatos?

Os "miaus" não são um simples som dos gatos, mas antes uma forma de comunicação surpreendentemente sofisticada, sendo possível saber muitas coisas sobre os gatos prestando atenção ao seu miar.

No entanto, há gatos que não dizem nem um pio e outros que são extremamente faladores! O tipo de miar mais comum é um queixoso grito de pedido de atenção. Mas o contexto pode ser muito útil para determinar a causa do miar.Se caminha de um lado para o outro na cozinha enquanto mia provavelmente quer comida. Se mia quando o dono acaba de chegar a casa, poderá ser simplesmente por estar alegre de o ver e querer que lhe faça festas ou que lhe pegue ao colo. Uma gata com o cio miará constantemente para anunciar a sua disponibilidade aos machos, podendo em algumas gatas converter-se mesmo em gritos constantes a qualquer hora do dia ou da noite.

Algumas vezes, os gatos produzem ainda sons estranhos, como se de lamentações se tratasse, quando vêem alguma presa que não conseguem alcançar. Se grita ou bufa é claramente uma atitude agressiva ou defensiva (normalmente é muito fácil de identificar quando estão aborrecidos ou assustados!).

Da mesma forma, o ronronar também não engana ninguém - simplesmente está contente. É importante prestar atenção a determinados comportamentos como: um gato tranquilo que de repente começa a miar ou um gato ruidoso que de repente deixa de o ser, miar quando vai à caixa de areia, ao limpar-se e ao comer já que qualquer um pode indicar que o seu gato sofre de algum problema.

Oiça o seu gato e desfrute do que ele lhe diz.

Ele quer que o entenda!

 

 

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 APROVEITE O VERÃO COM O SEU CÃO!

Felizmente para o seu cão, existem óptimas maneiras de aproveitar bem os dias de calor.


• Natação - Muitos cães adoram a água, e uma piscina para crianças é uma óptima maneira de os ajudar a lidar com o calor. Parques com lagos onde possam brincar e nadar também são uma excelente opção. Deixe-os aproveitar a água, mas não se esqueça de verificar se conseguem sair da água facilmente e de estar atento a sinais de otite (ex: agitar excessivamente a cabeça ou coçar a orelha após os mergulhos). No entanto, há sempre a excepção e por isso alguns cães têm medo da água. Não force se o seu cão se mostrar hesitante. 


• Caminhadas – São raros os cães que não gostam de passear, o que além de divertido é uma óptima forma da dupla dono-animal se manter em forma! Comece por caminhadas mais curtas no início e aumente gradualmente a dificuldade das mesmas. Lembre-se de parar para descansar e de lhe oferecer água com frequência. Proteja, ainda, o seu companheiro contra pulgas e carraças já que podem contactar com o seu cão durante estes passeios e verifique também as suas patas porque muitas vezes o alcatrão dos pavimentos quentes pode magoar as suas almofadinhas. Se o seu cão vive permanentemente no exterior, ou somente agora no verão, tem nesta época  a melhor oportunidade para explorar o seu território. Por isso, deverá ter alguns cuidados adicionais em consideração para garantir a sua segurança:


      • Tenha sempre água fresca e limpa à disposição
      • Retire do pátio plantas potencialmente venenosas
      • Mantenha as vacinas em dia 
      • Certifique-se que existem vedações que impeçam fugas indesejadas


Por último, não se esqueça de identificar a coleira do seu amigo de quatro patas com um número de telefone de contacto, principalmente se ele gostar de “explorar”!

 

 

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"As cadelas/gatas gestantes e lactantes devem consumir leite" – verdade ou mito              

É MITO!               

 De uma forma geral, os cães e gatos adultos não têm a capacidade de digerir o leite, pelo que a sua ingestão pode provocar problemas gastrointestinais. Isto porque, quando deixam de o ingerir durante um longo período de tempo, tornam-se deficientes em lactase – uma enzima necessária para a digestão da lactose, o açúcar do leite.

Recomenda-se, assim, um alimento para cachorro/gatinho de qualidade para esta etapa de vida, que já fornece todos os nutrientes necessários - proteína, energia, vitaminas e minerais (incluindo o cálcio). E claro, muita, muita água sempre disponível!


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Sabe porque os cães comem erva?

Certamente que já passou pela experiência de o seu cão começar a “pastar” enquanto o passeia.

Embora não haja respostas conclusivas para explicar este comportamento, especialistas acreditam que seja um comportamento normal, não existindo motivos para se preocupar. É possível que seja simplesmente porque gostam do sabor, como se de uma salada se tratasse.

Noutras situações, quando o seu cão come algumas ervas e vomita depois, poderá tratar-se de uma tentativa deliberada e instintiva de provocar o vómito depois de ter comido algo que lhe provocou uma sensação de mal-estar (pensa-se que a erva sem ser mastigada provoque uma impressão na garganta originando o vómito).

 E é seguro que a ingiram?

É necessário controlar sempre o tipo de erva que o seu cão está a ingerir já que a maioria dos pesticidas e fertilizantes utilizados na relva/pasto não são seguros para os nossos animais.


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Diferenças entre as necessidades dos cachorrinhos e as do homem.

As necessidades nutricionais de cada espécie animal são muito diferentes e cozinhar para o nosso cão não é o mesmo que cozinhar para nós ou para a nossa família, já que as necessidades nutricionais dos cães são completamente diferentes das do ser humano.

Alimentos que não sejam devidamente equilibrados podem provocar problemas de saúde. Por exemplo, o cálcio e o fósforo são minerais particularmente importantes na fase de crescimento, sendo que a proporção de cálcio ingerido deve ser superior à de fósforo de forma a garantir um desenvolvimento saudável.

Os cachorros têm também requerimentos superiores de taurina que os seres humanos e um défice deste aminoácido pode originar transtornos cardíacos e oculares.

Por último, gostaríamos de relembrar que nunca deverá alimentar o seu cão com carne crua. Isto porque a carne crua contém, com frequência, bactérias como Salmonella, Listeria e inclusivamente E. Coli que podem ser perigosas para os animais e para os seres humanos que estejam em contacto com eles.

 

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Queremos partilhar algumas curiosidades sobre um hábito alimentar estranho - a coprofagia (termo técnico para a ingestão de fezes).

Uma das teorias explicativas mais comuns defende que é uma forma de os cães compensarem deficiências da sua dieta, caso não estejam a fazer um alimento de elevada qualidade, completo, equilibrado ou em quantidades adequadas. Por outro lado, os cachorros, e por vezes os cães adultos, comem as suas próprias fezes por não estarem certos do local onde é permitido fazer as suas necessidades.

Este comportamento pode ainda ser porque simplesmente lhes agrada: os cães interactuam com o mundo através da boca – gostam de transportar paus e de roer ossos ou brinquedos - e gostam de cheiros fortes (e sem dúvida que as fezes de cão pertencem a esta categoria de odores!). 

Para tentar travar este hábito, é importante ser firme quando tenta dissuadir o seu cão deste comportamento e recolher as fezes do seu cão o mais rapidamente possível. Também poderá ser útil aconselhar-se com o seu veterinário sobre as necessidades nutricionais do seu cão.

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O chocolate é venenoso para os cães? 

A resposta é SIM.

No entanto, o risco depende do tipo de chocolate, do tamanho do cão e da quantidade ingerida. O componente do chocolate que é tóxico para os cães chama-se teobromina. O homem metaboliza a teobromina facilmente, os cães fazem-no muito mais lentamente, o que permite que se acumule no seu organismo podendo atingir níveis tóxicos (ex: apenas 25 gramas de chocolate preto podem ser suficientes para envenenar um cão com 20kg).

Muitos donos, que se preocupam com os seus animais de companhia, questionam-se se um nariz seco significa um cão doente, e a resposta imediata é não. Existem muitas razões pelas quais o seu cão pode ter o nariz seco e quente que não estão relacionadas com o seu estado de saúde. Por exemplo, um nariz seco pode simplesmente ser o resultado de ter estado deitado ao sol, perto de uma fonte de calor ou numa divisão com pouca circulação de ar. Aliás, o nariz do seu cão pode passar de húmido a seco várias vezes ao dia.

Mas tenha cuidado: se o nariz do seu cão se apresenta gretado e com feridas ou crostas, é possível que o seu cão tenha um problema cutâneo e será prudente levá-lo ao seu médico veterinário.

 

Os gatinhos deveriam aumentar cerca de 100g/semana até às 20 semanas de idade. Às 20 semanas, os machos costumam ganhar cerca de 20g/dia e as fêmeas 11g/dia.

A velocidade de crescimento vai diminuindo à medida que os gatinhos se aproximam das 30 semanas, altura em que atingem cerca de 80% do seu peso adulto, e atingem o seu peso adulto ao final da 40ªsemana (10 meses).

A partir dos 12 meses de idade podem ganhar algum peso adicional que corresponde à fase de maturação e desenvolvimento muscular.

É mais fácil conhecer o temperamento dos gatos adultos. Um gatinho pode comportar-se de uma forma na sua juventude e mudar significativamente (e nem sempre para melhor!) quando crescer.

Outro motivo para escolher um gato adulto em vez de um gatinho é que, francamente, terá menos trabalho. Os gatinhos necessitam de muita atenção para os estimular e evitar problemas. Um gato adulto provavelmente exigirá menos esforço e será mais indicado para um dono que não tenha tempo ou energia para entreter um gatinho.

Os gatos que se encontram para adopção em gatis raramente lá estão por terem algum problema. Na maioria dos casos, as condições de vida dos donos ter-se-ão alterado ou poderão ter aparecido alergias no seu lar original. Normalmente são animais simpáticos e sociáveis que gostariam de fazer parte de uma nova família.

Tente passar algum tempo sozinho com o gato/gatos que pretende adoptar. Pergunte se há um lugar tranquilo fora do gatil onde possa ir. Estar no gatil pode ser confuso e assustador para o gato e seria importante passarem juntos alguns minutos num ambiente calmo para que se possa acalmar e manifestar a sua verdadeira personalidade.

A maioria entre as 3-4 semanas de idade. No caso dos cachorros é frequente enquanto brincam entrarem em contacto com o alimento da mãe e a pouco e pouco começam a comer pequenas quantidades. Da mesma forma, os gatinhos costumam pisar acidentalmente o comedouro e provam a comida quando se limpam.

Para estimular a ingestão de um alimento sólido pode-se começar por lhes oferecer uma papa às 3 semanas de idade. Estas papas podem-se preparar da seguinte forma:

- misturar um alimento húmido para cachorros como Science Plan Puppy/Kitten com a mesma quantidade de água morna

- triturar um alimento seco como Science Plan Puppy Mini/Medium ou Science Plan Kitten e misturar uma parte de alimento seco com três partes de água morna

Assim que o novo bebé chegar a casa a sua vida e a do seu cão irá mudar. O seu cão estaria habituado a toda a sua atenção e, ainda que inconscientemente, agora irá concentrar-se principalmente no seu bebé.

No entanto, e se correctamente preparado, o convívio entre o seu cão e o seu novo bebé não deverá originar problemas.

Alguns cães adaptam-se rapidamente e assumem o papel protector e de guarda, outros reagem mais lentamente e necessitam de alguma ajuda para se sentirem cómodos com a nova situação familiar.

Alguns das situações que deverá salvaguardar são:

- o local onde o seu cão dormia, principalmente se era na sua cama, preparando-lhe outro lugar acolhedor para dormir.

- o ajuste do ritmo dos seus passeios para que se adapte aos novos horários da família.

A apresentação do bebé ao cão deve ser tranquila. Tenha o cão com trela e deixe-o cheirá-lo um pouco e simplesmente deixar-se ficar sentado ao lado do bebé. Se o cão se comportar bem, há que o elogiar. Se se comportar mal – rosnar ou puxar pela trela – é necessário repreendê-lo. Fazendo tensão na trela, mande-o sentar-se até estar mais calmo, assim saberá rapidamente qual o seu lugar.

Nunca deixe o seu cão e o bebé sozinhos até ter a certeza que se começou a sentir confortável. Até lá observe sempre o seu comportamento.

O sal é um componente importante da alimentação dos cães e tem um papel chave no seu bem-estar. O sal (cloreto de sódio) regula os líquidos corporais e é necessáro para os funcionamento de diferentes orgãos e do sistema nervoso.

Pode-se adicionar sal aos alimentos também para melhorar o seu sabor. Contudo, um consumo excessivo de sal pode originar um aumento da pressão sanguínea e um agravamento dos sintomas de doença cardíaca. Muitos dos cães que sofrem de doença renal sofrem também de hipertensão, sendo que os cães podem sofrer destas patologias sem que os donos se apercebam, principalmente os cães mais velhos.

Por isso, todos os alimentos Hill´s têm o conteúdo de sal rigorosamente controlado, não compremetendo por isso o seu valor nutricional ou sabor.